
Na última semana a cidade de Ametista do Sul se tornou conhecida nacionalmente por uma reportagem produzida pelo programa Globo Repórter da Rede Globo onde mostrou a exploração de pedras preciosas no Brasil.
As belezas minerais encontradas na cidade já eram conhecidas em toda nossa região, além da riqueza proporcionada pela exploração da pedra ametista. O que pouca gente conhece é o trabalho que engenheiros, geólogos e arquitetos têm feito na cidade para que a beleza bruta e natural encontrada lá fosse lapidada tornando-se assim ainda mais rica para a economia da cidade e para os olhos que encantam a todos os visitantes.
A Capital Mundial da Pedra Ametista guarda na igreja da cidade um pouquinho da riqueza de cada morador e devoto de São Gabriel, padroeiro da cidade. A igreja coberta por 40 toneladas de pedras ametistas é uma construção nunca vista antes e recebeu doações em pedras dos moradores de Ametista. Além da igreja, uma pirâmide energética também atrai pelo caráter esotérico e pela energia dos cristais. Tais construções só foram possíveis graças aos estudos e dedicação de profissionais de arquitetura e engenharia civil. Segundo o arquiteto responsável pelas obras Elias Dalla Nora, as construções em Ametista do Sul tem o diferencial de buscar também o atrativo turístico. “Melhorar a cidade com estruturas como pavimentação de ruas e construção de habitações ajudam a população e as construções turísticas atraem pessoa novas para a cidade, enfim todos ganham”. Diz Dalla Nora.
Ametista do Sul não é apenas uma cidade baseada na exploração das minas. Há alguns anos profissionais de Engenharia de Minas e Geologia, trabalham com os cuidados com o meio ambiente e com a saúde dos garimpeiros que trabalham na região, para fazer com que a exploração seja consciente e não traga prejuízos para a saúde dos trabalhadores. Anderson Oliveira da Silva, Engenheiro de Minas, há três anos trabalha junto à COOGAMAI – Cooperativa dos Garimpeiros do Médio Alto Uruguai buscando alternativas para melhorar a extração da mineração e diminuir o impacto ambiental.
“Muitas modificações vêm sendo feitas nos garimpos em questão de ventilação das minas para diminuir o pó e as doenças respiratórias que tanto atingiam os garimpeiros, como a silicose. No âmbito ambiental estamos trabalhando com possibilidade de reaproveitamento do basalto que é a rocha rejeitada na extração, está sendo estudada a possibilidade de utilizar o basalto para re-mineralizar o solo para cultivos agrícolas e até mesmo para cascalhar estradas da região”. Diz o Engenheiro de Minas Anderson Oliveira da Silva.
A cooperativa dos garimpeiros conta também com os trabalhos e pesquisas do geólogo Carlos Fellemberg que faz o trabalho de pesquisa geológica nas minas. Os cuidados ambientais assim como as pesquisas geológicas da região estão mais do que nunca presentes na vida do garimpo, a antiga ideia de que apenas extrair era o suficiente foi sendo modificados pela conscientização ambiental, cuidados com a saúde e com o próprio minério, para que essa fonte de riquezas perdure por muito tempo na região.
As belezas minerais encontradas na cidade já eram conhecidas em toda nossa região, além da riqueza proporcionada pela exploração da pedra ametista. O que pouca gente conhece é o trabalho que engenheiros, geólogos e arquitetos têm feito na cidade para que a beleza bruta e natural encontrada lá fosse lapidada tornando-se assim ainda mais rica para a economia da cidade e para os olhos que encantam a todos os visitantes.
A Capital Mundial da Pedra Ametista guarda na igreja da cidade um pouquinho da riqueza de cada morador e devoto de São Gabriel, padroeiro da cidade. A igreja coberta por 40 toneladas de pedras ametistas é uma construção nunca vista antes e recebeu doações em pedras dos moradores de Ametista. Além da igreja, uma pirâmide energética também atrai pelo caráter esotérico e pela energia dos cristais. Tais construções só foram possíveis graças aos estudos e dedicação de profissionais de arquitetura e engenharia civil. Segundo o arquiteto responsável pelas obras Elias Dalla Nora, as construções em Ametista do Sul tem o diferencial de buscar também o atrativo turístico. “Melhorar a cidade com estruturas como pavimentação de ruas e construção de habitações ajudam a população e as construções turísticas atraem pessoa novas para a cidade, enfim todos ganham”. Diz Dalla Nora.
Ametista do Sul não é apenas uma cidade baseada na exploração das minas. Há alguns anos profissionais de Engenharia de Minas e Geologia, trabalham com os cuidados com o meio ambiente e com a saúde dos garimpeiros que trabalham na região, para fazer com que a exploração seja consciente e não traga prejuízos para a saúde dos trabalhadores. Anderson Oliveira da Silva, Engenheiro de Minas, há três anos trabalha junto à COOGAMAI – Cooperativa dos Garimpeiros do Médio Alto Uruguai buscando alternativas para melhorar a extração da mineração e diminuir o impacto ambiental.
“Muitas modificações vêm sendo feitas nos garimpos em questão de ventilação das minas para diminuir o pó e as doenças respiratórias que tanto atingiam os garimpeiros, como a silicose. No âmbito ambiental estamos trabalhando com possibilidade de reaproveitamento do basalto que é a rocha rejeitada na extração, está sendo estudada a possibilidade de utilizar o basalto para re-mineralizar o solo para cultivos agrícolas e até mesmo para cascalhar estradas da região”. Diz o Engenheiro de Minas Anderson Oliveira da Silva.
A cooperativa dos garimpeiros conta também com os trabalhos e pesquisas do geólogo Carlos Fellemberg que faz o trabalho de pesquisa geológica nas minas. Os cuidados ambientais assim como as pesquisas geológicas da região estão mais do que nunca presentes na vida do garimpo, a antiga ideia de que apenas extrair era o suficiente foi sendo modificados pela conscientização ambiental, cuidados com a saúde e com o próprio minério, para que essa fonte de riquezas perdure por muito tempo na região.
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